Opressão Religiosa na China: A Nova Perseguição às Igrejas Cristãs

⛪ Igrejas cristã são fechadas na China

🚨 O governo chinês intensificou recentemente sua repressão às igrejas cristãs não registradas, com prisões em massa, vigilância ampliada e restrições severas até mesmo às congregações oficialmente reconhecidas.

📉 A nova onda de repressão religiosa na China

Nos últimos meses de 2025, o governo da China, liderado por Xi Jinping, lançou uma nova ofensiva contra igrejas cristãs consideradas “clandestinas” — aquelas que não estão registradas junto às instituições religiosas controladas pelo Partido Comunista Chinês (PCC). A ação mais emblemática foi a prisão de cerca de 30 pastores e membros da Igreja Zion, uma das maiores congregações evangélicas não oficiais do país.

🎯 Igreja Zion: alvo principal

Fundada por Jin Mingri (Ezra Jin) em 2007, a Igreja Zion cresceu rapidamente, reunindo mais de 10 mil fiéis em 40 cidades. Desde 2018, passou a realizar cultos virtuais, o que ampliou sua influência. No entanto, por não ser registrada junto ao governo, a igreja é considerada ilegal. Os detidos enfrentam acusações como “disseminação ilegal de conteúdo religioso online”, uma infração grave segundo a legislação chinesa.

🛑 Métodos de repressão

  • 🔧 Agentes de segurança arrombaram portas e cortaram energia durante operações contra cultos domésticos.
  • 🎭 Disfarces de eletricistas foram usados para infiltrar-se em reuniões religiosas.
  • 🚫 Menores de 18 anos estão proibidos de frequentar igrejas.
  • 📵 Transmissões ao vivo de cultos foram banidas das redes sociais.
  • 🎥 Mais de 60 mil templos foram obrigados a instalar câmeras de vigilância, inclusive sobre púlpitos e altares.

🌍 Reações internacionais

A repressão gerou críticas internacionais. O comissário alemão para liberdade religiosa, Thomas Rachel, e o senador norte-americano Marco Rubio condenaram as prisões e exigiram a libertação dos detidos. Rubio afirmou que o Partido Comunista Chinês “hostiliza cristãos que rejeitam a interferência do partido em sua fé”.

📜 A justificativa oficial

O governo chinês nega perseguição religiosa. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, “a China protege a liberdade de crença”, mas exige que todas as atividades religiosas estejam em conformidade com a lei. A prática religiosa só é permitida em instituições afiliadas ao Estado, como a Associação Patriótica Católica da China e o Movimento Patriótico das Três Autonomias.

🧭 Considerações finais

A intensificação da repressão às igrejas cristãs na China reflete uma tentativa do governo de centralizar e controlar todas as expressões religiosas, subordinando-as à ideologia do Partido Comunista. A situação levanta preocupações sobre liberdade religiosa, direitos humanos e autonomia espiritual, especialmente em um país onde a fé cristã tem crescido de forma significativa fora dos canais oficiais.

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